domingo, 2 de março de 2008

Ponto de Equilibrio

SÓ QUERO O QUE É MEU
(Lucas Kastrup)

Nas ruas da cidade os homens continuam a lutar como dragões
Cuspindo fogo canalizando negativas vibrações

Estranhos semelhantes disputando o poder (disputando o poder)
Dispostos (postos a derrubar) acostumados a se esconder

Falsos e covardes tentando sugar dos demais a força e a vida
Esquecida em seu interior

Fracos invejosos, incapazes de apreciar qualidades
E de reproduzir o amor

Só quero o que é meu (meu, meu, meu)
Não quero o de mais ninguém
Só vou buscar o que Deus me deu (Deus me deu)
Eu não quero roubar o que é seu

"Ainda acredito que o bem pode se propagar
Quando os homens deixarem o egoísmo de lado
Reconquistarem a humildade e aprenderem a se respeitar"

Quebraremos as barreiras que nós mesmos erguemos
Quando sinceramente apreciarmos os demais e a nós mesmos

Ai, ai, ai, ah. A nossa própria história
Encontrará no caminho da Verdade, o sentido da vitória!

Só quero o que é meu (meu, meu, meu)
Não quero o de mais ninguém
Só estou indo buscar o que Deus me deu (Deus me deu)
Eu não quero roubar o que é seu .